ANO VIII - 2007/2014 - www.curiosidadescatolicas.blogspot.com - Um Blog Católico Apostólico Romano - Produzido em Volta Redonda - R. Janeiro - Brasil.

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17 de fev. de 2008

A IGREJA CATÓLICA NO BRASIL


Desde o século XVI o Cristianismo tem sido a principal religão do Brasil, predominando a Igreja Católica Romana. O catolicismo no Brasil foi trazido por missionários que acompanharam os exploradores e colonizadores portugueses nas terras do Brasil. O catolicismo possui grande presença social, política e na cultura do Brasil. História O Cristianismo chegou no Brasil já no descobrimento e lançou profundas raízes na sociedade. Em 1549, seis jesuítes da Companhia de Jesus acompanharam o Governador-Geral Tomé de Souza, estes eram chefiados pelo Padre Manoel de Nóbrega, em 1580 os carmelitas descalços chegaram ao Brasil e em 1581 tiveram início as missões dos beneditinos. Durante o século XVI e XVII, o governo português representados pelos governadores-gerais buscaram o equilíbrio entre o governo central e a Igreja Católica, com o intuito de diminuir e administrar os conflitos existentes entre os missionários, os colonos e os índios. Com isso, o estados controlava a atividade eclesiática da colônia por meio do padroado, assim arcava com o sustento da igreja e ganhava a obediência e o reconhecimento da Igreja. Além disso, o estado nomeava os bispos e párocos e concedia licenças para a construção de novas igrejas, ajudando financeiramente todo este processo. Logo após a Proclamação da república, foi decrata a separação entre o Estado e a Igreja, assim a repúblicava acabou com o padroado e reconheceu o caráter leio do Estado, garantindo a liberdade religiosa. O governo de Getúlio Vargas foi marcado pela aprovação da Constituição de 1934, onde prevê uma colaboração entre a Igreja e o Estad, neste momento foram atendidas várias reivindicações católicas, tais como: Aulas religiosas facultativas nas escolas públicas e a presença do nome de Deus na constituição. Hoje, a Igreja Católica é constituída por três vertentes são elas: - O clero tradicionalista, onde são defendidas práticas ortodoxias e o conservadorismo; - Teologia da Libertação, uma espécie de esquerda eclesiástica; - Renovação Carismática, movimentos vigorosos e mais recentes da Igreja As principais tradições populares católicas no Brasil são: - Peregrinação à Nossa Senhora da Aparecida (Padroeira do Brasil); - Círio de Nazaré; - Festa do Divino.


Equipe BrasilEscola

10 de fev. de 2008

Curiosidades das Religiões

SANTO GRAAL
o mistério dessa história serviu de inspiração para a aventura de Indiana Jones e a Última Cruzada. O Graal é ( pasmem) o cálice usado por Jesus na última ceia. Segundo a lenda, o discípulo José de Arimatéia teria recolhido nele o sangue que jorrou de Cristo quando recebeu o golpe de misericórdia depois da crucificação. Na literatura medieval, a procura do Graal representava a tentativa por parte do cavaleiro de alcançar a perfeição.

MURO DAS LAMENTAÇÕES
O muro das lamentações é o que sobrou da destruição do templo do rei Herodes. Muitos fiéis vão até Jerusalém, em Israel, para rezar e pedir graças em bilhetes deixados entre as pedras. Ele mede quinze metros de altura.

ALCORÃO
Quer dizer "o livro". A palavra bíblia tem o mesmo significado.

OS MUÇULMANOS
Têm vários deveres básicos. As orações devem ser feitas cinco vezes ao dia, com fiéis sempre voltados para Meca (leste do Brasil). Às sextas-feiras, todos os homens devem assistir a uma cerimônia na mesquita e ouvir o sermão do meio dia.

MÓRMON
A igreja mórmon foi criada em 1830, nos Estados Unidos, por Joseph Smith.BUDISTASOs budistas não têm hierarquia na sua religião. Um monge budista vive sozinho ou num mosteiro, onde conta com pouquíssimos bens: uma roupa, uma tigela para fazer as refeições, um colar com 108 contas(?) para contar enquanto medita, uma lâmina para raspar a cabeça e um filtro de água.

5 de fev. de 2008

Carnaval, Cinzas e Quaresma


Olhando para o calendário, rapidamente se percebe que é a Páscoa quem rege o Carnaval: a Páscoa é celebrada no primeiro Domingo da lua cheia após o equinócio da primavera, no hemisfério Norte. O Carnaval acontece entre 3 de Fevereiro e 9 de Março, sempre quarenta e sete dias antes da Páscoa, ou seja, após o sétimo Domingo que antecede o Domingo de Páscoa.
Carnaval
O Carnaval é uma festividade popular colectiva, cíclica e agrária. Teve como verdadeiros iniciadores os povos que habitavam as margens do rio Nilo, no ano 4000 a.C., e uma segunda origem, por assim dizer, nas festas pagãs greco-romanas que celebravam as colheitas, entre o séc. VII a.C. e VI d.C.
A Igreja viria a alterar e adaptar práticas pré-cristãs, relacionando o período carnavalesco com a Quaresma. Uma prática penitencial preparatória à Páscoa, com jejum começou a definir-se a partir de meados do século II; por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinência
Tertuliano, São Cipriano, São Clemente de Alexandria e o Papa Inocêncio II foram grandes inimigos do Carnaval, mas, no ano 590, a Igreja Católica permite que se realizem os festejos do Carnaval, que consistiam em desfiles e espectáculos de carácter cómico.
No séc. XV, o Papa Paulo II contribuiu para a evolução do Carnaval, imprimindo uma mudança estética ao introduzir o baile de máscaras, quando permitiu que, em frente ao seu palácio, se realizasse o Carnaval romano, com corridas de cavalos, carros alegóricos, corridas de corcundas, lançamento de ovos, água e farinha e outras manifestações populares.
Sobre a origem da palavra Carnaval não há unanimidade entre os estudiosos, mas as hipóteses “carne vale” (adeus carne!) ou de “carne levamen” (supressão da carne) levam-nos, indubitavelmente, para o início do período da Quaresma. A própria designação de Entrudo, ainda muito utilizada entre nós, vem do latim “introitus” e apresenta o significado de dar entrada, começo, em relação a esse tempo litúrgico.
Cinzas
No dia seguinte, a cinza recorda o que fica da queima ou da corrupção das coisas e das pessoas. Este rito é um dos mais representativos dos sinais e gestos simbólicos do caminho quaresmal.
Nos primeiros séculos, apenas cumprem este rito da imposição da cinza os grupos de penitentes ou pecadores que querem receber a reconciliação no final da Quaresma, na Quinta-feira Santa, às portas da Páscoa. Vestem hábito penitencial, impõem cinza na sua própria cabeça, e desta forma apresentam-se diante da comunidade, expressando a sua vontade de conversão.
A partir do século XI, quando desaparece o grupo de penitentes como instituição, o Papa Urbano II estendeu este rito a todos os cristãos no princípio da Quaresma. As cinzas, símbolo da morte e do nada da criatura em relação a seu Criador, obtêm-se por meio da queima dos ramos de palmeiras e de oliveiras abençoados no ano anterior, na celebração do Domingo de Ramos.
Quaresma
O termo Quaresma deriva do latim "quadragesima dies", ou seja, quadragésimo dia. É o período do ano litúrgico que dura 40 dias: começa na quarta-feira de cinzas e termina na missa "in Coena Domini" (Quinta-Feira Santa), sem inclui-la.
O sexto Domingo, que dá início à Semana Santa, é chamado "Domingo de Ramos", "de passione Domini". Desse modo, reduzindo o tempo "de passione" aos quatro dias que precedem a Páscoa, a Semana Ssanta conclui a Quaresma e tem como finalidade a veneração da Paixão de Cristo a partir da sua entrada messiânica em Jerusalém.
Uma prática penitencial preparatória para a Páscoa, com jejum, começou a surgir a partir de meados do século II; outras referências a um tempo pré-pascal aparecem no Oriente, no início do século IV, e no Ocidente no final do mesmo século.
Nos primeiros tempos da Igreja, durante esse período, estavam na fase final da sua preparação os catecúmenos que, durante a vigília pascal, haveriam de receber o Baptismo.
Por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinência, marcas que ainda hoje se mantêm.
Na Liturgia, este tempo é marcado por paramentos e vestes roxas, pela omissão do "Glória" e do "Aleluia" na celebração da Missa.

2 de fev. de 2008

EXISTÊNCIA DE DEUS

À noite, ao contemplar o céu repleto de estrelas, por mais indiferente que seja a pessoa, um olhar de curiosidade e admiração sempre aparecerá em sua face, deixando-a embevecida, insensivelmente mergulhada numa reflexão que convence o espírito, diante da imensidão do cosmo e da certeza de que todos aqueles corpos celestes foram colocados lá pela incomensurável sabedoria do PAI ETERNO, não para embelezar as noites terrestres, mas para cumprirem uma finalidade misteriosa no Universo Divino.
Da mesma forma, causa espanto e encantamento o movimento harmonioso dos astros, individualmente e na relação de um com os outros: o permanente equilíbrio que existe entre eles, a correta obediência a uma trajetória, a atração que possuem em função da gravidade e a influência que exercem nos astros mais próximos, inclusive determinando condições de vida. Um grande mistério que a ciência não desvendou o princípio, apesar de todas as buscas e estudos científicos, dos esforços de especialistas e técnicos altamente credenciados, que propõe teorias baseadas em minuciosos argumentos oriundos de persistentes pesquisas, acompanhadas de profundos estudos para encontrarem uma explicação lógica que justifique o notável comportamento dos corpos celestes. Entretanto, os caminhos da ciência por mais completos e competentes que sejam, vão se afunilando gradativamente, convergindo para um resultado que embora estranhe ao ambiente dos cépticos, surge com evidência, como solução racional aceitável e lógica, porque satisfaz a mente e dá consistência ao perfeito equilíbrio que existe na natureza, quando o raciocínio é conduzido a concluir que todos os astros, seus movimentos perfeitamente coordenados e suas trajetórias irreparáveis, têm origem no poder criador de DEUS.
Por outro lado, a configurar a complexidade do grande mistério, vemos que as sementes germinam quando espalhadas no solo, crescem e se transformam em plantas, hortaliças e árvores frondosas, algumas repletas de saborosos frutos, com tipos e tonalidades tão diferentes, enquanto outras apresentam lindas e exóticas folhagens, umas com flores coloridas, pétalas aveludadas, perfumes suaves que satisfazem aos mais exigentes e extravagantes conhecedores, ao passo que existem uma notável variedade utilizada em arranjos arquitetônicos e decorações, embelezando as cidades, os lares, sempre trazendo alegria ao coração. Como nasceram as primeiras árvores frutíferas? E as flores, com seus variados matizes e admiráveis aromas?
E os peixes que vivem nos rios e nos mares? De onde veio esta gama incalculável de tipos e espécies que estão disseminados em todas as águas do globo terrestre? Refiro-me aos primeiros peixes, aqueles que colocaram os ovos para nascerem todos os demais. De onde vieram? Quem os colocou em nosso planeta? E os diferentes tipos de aves e animais? E tudo enfim que tem vida na Terra, como surgiram e de que maneira se formaram?
Sem dúvida, uma avalanche de desconcertantes interrogações, que só encontram respostas na força criadora do boníssimo Coração do PAI ETERNO.
Isto nos deixa perceber que a revelação Divina através da Natureza, constitui uma fonte inesgotável de testemunhos da existência do SENHOR, assim como de sua atuação no Universo que ELE mesmo criou. Como afirmou o salmista, DEUS cria e administra as Obras que ELE faz (Sl 148,5-6).
Esta realidade presente no mundo confere autoridade a todos os corações de boa vontade a proclamarem que DEUS existe, e a Natureza, pela simples observação de sua grandeza, atesta de modo convincente e impressionante, a presença Divina junto a Obra que ELE criou, fazendo-nos compreender que o SENHOR se sente feliz no meio de sua criação, apesar de uma grande parte de seus filhos desconhecerem o seu amor e viverem completamente distantes de Seu Divino Coração.

Veja também

REFLITA

Ter uma vida positiva é ter consciência que o universo precisa de você; é lutar pelos SONHOS de maneira determinada; é crescer sem precisar diminuir ninguém; é ter a verdade como um principio vital; é usar o poder da ousadia construtiva; é saber agradecer e perdoar, fraterna e totalmente; é priorizar a família; é viver cada dia de uma vez, sendo alegre no presente e otimista no futuro; é respeitar o próprio corpo; é se preocupar com os mais carentes; é preservar a natureza; é não se abater nos momentos de dor; é jamais perder a esperança; é ter auto estima; é ser rico em humildade; é sempre fazer a sua parte...Pois quando você faz a sua parte tenha certeza de que Deus fará a parte dele.

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