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25 de set. de 2010

Por que as mulheres não podem ser sacerdotes?

O assunto foi apresentado por uma minoria de eclesiásticos que creíam saber interpretar as moções de algumas mulheres do nosso tempo, e isso deu lugar a inevitáveis comentários de uma imprensa ávida por notícias sensacionalistas, pronta a encontrar fisuras no corpo da Igreja.

Os promotores do sacerdócio feminino procuraram argumentos de índole bem variada para sustentar sua proposta. Entre todos eles, se põem especial ênfase naqueles que manifestam maior seriedade.

1) Adaptação da Igreja às características da sociedade moderna

Depois de séculos de opressão, a mulher se situa hoje em uma atitude reivindicadora (o desejo de otorgar-lhes o sacerdócio não procede, entretanto, de uma emancipação feminista, senão que foi promovido por eclesiásticos, principalmente) A Igreja deve acolher institucionalmente e a todos os níveis essa atitude, e superar assim seu passado anti-feminista.

Aqui, é facilmente observável tão só uma concepção humana da Igreja, como se ela pudesse reiterar sua essência constitutiva. Sua estrutura fundamental não deriva da sociedade, ou da cultura, ou da mentalidade do seu tempo. A Igreja não pode pretender fazer-se acreditável ou aceitável para os homens deixando de lado o que ela é, mesmo se houvesse uma maioria que reclamasse tal opção: como Cristo, será sempre o não da contradição, necedade para alguns e escándalo para outros, fiel à vontade divina expressada pela Revelação, conservada em sua fé e em sua vida de modo contínuo e homogéneo, por vinte séculos, com a assistência do Espírito Santo.

2) Igualdade de dereitos entre o homem e a mulher

É muito justo falar sobre a igualdade de dereitos do homem e da mulher na sociedade civil, baseado na sua condição de pessoas, e baseado em que a natureza humana é uma e a mesma no homem e na mulher. Também é muito justo falar sobre a igualdade radical de todos os fiéis em Cristo: igualdade em sua comum dignidade de filhos de Deus pela graça, igualdade na vocação universal à santidade e a bem-aventurança no Céu, igualdade também do dever fundamental de cooperar ativamente na salvação das almas. Tudo isso comporta também uma certa igualdade de dereitos na Igreja (entretanto aqui convêm ter uma certa cautela ao falar de direitos: porque, nesta ordem sobrenatural, dependem do que Deus tenha querido livremente conceder-lhe). Todos os fiéis -tanto o homem como a mulher- foram igualmente regenerados por Cristo no batizado e feitos participantes da sua missão salvadora.

Entretanto, nenhum fiel-nem homem, nem mulher- tem realmente nenhum direito ao sacerdocio ministerial. Como no caso da eleição dos apóstolos e do apóstolo das gentes, é Deus quem chama ao sacerdócio a quem quer, quando quer e como quer: "Ninguém se atribua essa dignidade, se nao é chamado por Deus, como Aarón".

A ordenação sagrada não está na linha dos direitos dos fiéis, não é como o desenvolvimento do sacerdócio comum de todos. O sacerdócio ministerial é um dom peculiar, pelo que Cristo chama a alguns para que obrem em Seu nome, com Sua autoridade, para prestar à Igreja um ministério peculiar. Como gratuitas e não devidas aos homens foram a Encarnação e Redenção, gratuitas e não devidas são as condições estabelecidas por Deus para escolher a alguns para o ministério sacerdotal.

Isso não se opõem a igualdade fundamental dos fiéis, nem divide aos cristãos em duas categorías: argumentar de outro modo seria cair em um clericalismo demagógico, como antes tivemos outro pseudo-aristocrático. A Virgem Maria, venerada com um culto especial, muito por en cima dos santos, nunca teve um grau hierárquico na Igreja.

3) A proibição procede de uma cultura e uma mentalidade pagã

Os promotores do sacerdócio feminino argumentam que Cristo escolheu somente homens pelas condições sociais da época e da influência da mentalidad pagã. A escolha de homens seria simplesmente um acontecimento histórico superável. Ainda mais, mesmo que houvesse influências pagãs na primitiva cristandade -dizem-, se conferem determinados ministérios às mulheres.

O Senhor escolheu como apóstolos a doze homens. Haviam mulheres que o seguiam e serviam - algumas mais fiéis e enérgicas que os apóstolos-, mas não as chamou para o ministério sacerotal. Quem pensa que Cristo se deixava influenciar pelas circunstâncias da época, mostram, ainda mais uma atitude irreverente, uma total incapacidade para conhecé-lo: os Evangelhos dão testemunho mais que suficiente da sua capacidade para superar os condicionamentos externos.

Por outro lado é vão afirmar que a eleição exclusiva de homens foi um acidente e não uma manifestação de uma vontade querida e perdurável: a Revelação nos é comunicada com palavras e com obras, e estas não constam somente na Escritura, senão também na Tradição, e segundo a proposição autorizada pelo magistério unitário e permanente.

A menção de que a mentalidade pagã dificultava a elevação da mulher ao magistério sacerdotal, está mal fundamentada, logo não é certa: precisamente no mundo pagão contemporâneo da Igreja primitiva eram frequentes as sacerdotisas, as vestais, etc., entretanto, as diáconas da Igreja realizavam somente ofícios assistênciais, de preparação catequética, etc. Não há precedente algúm do sacerdócio da mulher.

4) A madurez laical

O reconhecimento do valor do sacerdócio comum dos fiéis e a corresponsabilidade de todos os cristãos na missão única da Igreja, exigem a presença ativa da mulher em todos os ministérios eclesiásticos. Os que argumentam assim dizem que o problema consiste simplesmente em dar o verdadero valor ao sacerdócio comum dos fiéis. Chegou o momento histórico -concluem- em que a comunidade deve confiar a qualquer um de seus membros, segundo as própias circunstâncias, qualquer ministério e presidência sem discriminação alguma.

Se revela aqui uma ótica clerical que leva a conceber o sacerdócio ministerial como um ascenso dentro da organização eclesiástica, como uma potenciação da vocação cristã, como a meta -em fim- de un carreira, ignorando a realidade eclesial e sumamente eficaz de uma existência cristã plenamente secular.

Daí que o Santo Escrivá de Balaguer, que dedicou sua vida a defender a plenitude da vocação cristã do laico, (homens e mulheres contemporâneos que vivem no meio do mundo, e portanto procurando o pleno reconhecimento teológico e jurídico da sua missão na Igreja e no mundo) viu-se impulsado a declarar que o cristão contemporâneo, pode cumprir sua missão específica, também a que lhe corresponde dentro da estrutura eclesial, somente se não se clericaliza, se continua sendo secular, contemporâneo, e vivendo e participando das ânsias do mundo.

Ainda mais, o argumento citado revela também uma confusão entre o sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial, erro que já se incluia no repertório herético de Lutero. A diferença essencial, e não de grau, entre ambos, foi manifestada frequentemente pelo Magistério Eclesiástico.

Consideramos os princípios fundamentais que respondem aos argumentos mais significativos; poderiam agregar-se outras razões de conveniência, mas seriam acidentais: o que importa essencialmente é como Deus dispôs as coisas; Deus dispôs os membros no corpo, que é a Igreja, e somente Deus sabe as razões que teve para assim fazê-lo.

CRISMA

A Confirmação

O sacramento da Confirmação aperfeiçoa a graça batismal, e nos dá a fortaleza de Deus para sermos firmes na fé e no amor a Deus e ao próximo.

Dá-nos também audácia para cumprir o direito e o dever, que temos pelo batismo, de ser apóstolos de Jesus, para difundir a fé e o Evangelho, pessoalmente ou associados, mediante a palavra e o bom exemplo.

O que é a confirmação?

É o sacramento que aperfeiçoa a graça batismal fortalecendo-nos na fé e tornando-nos soldados e apóstolos de Cristo.

Quando confirmação deve ser recebida?

A confirmação deve ser recebida quando já se alcançou o uso da razão, ou antes, se há perigo de morte.

Como a confirmação deve ser recebida?

A confirmação deve ser recebida em estado de graça e com a preparação conveniente.

Quem pode confirmar?

Pode confirmar o bispo e em alguns casos especiais os sacerdotes delegados pelo bispo

Fonte: ACI Digital

9 de set. de 2010

A arqueologia faz revelações sobre os Reis Magos

Os Reis Magos não são personagens criados por séculos de tradição cristã. Sua existência, além de estar bem testemunhada no Evangelho, agora é documentada pelas descobertas arqueológicas.

Esta curiosa e extraordinária revelação encontra-se contida em um tabuinha, na qual foram acunhados caracteres cuneiformes. Trata-se de um autêntico documento astronômico e astrológico (então as duas ciências eram irmãs gêmeas) que revela a existência de uma conjunção de Júpiter e Saturno na constelação de Piscis no ano 7 antes de Cristo.

Os Evangelhos marcam o nascimento de Jesus em tempos do censo do império ordenado por César Augusto, quando Quirino era governador da Síria, e nos últimos anos do rei Herodes, que faleceu no mês de março do ano 4 a.C. Para os historiadores, Jesus nasceu uns sete anos antes do ano «0». O evangelista Mateus (2, 2) relaciona o evento de Belém com a aparição de uma estrela particularmente luminosa no céu da Palestina. E é precisamente neste momento em que na tabuinha de argila oferece um testemunho particular.

Existem muitas hipóteses sobre a estrela que os magos viram ("magoi" em grego era a palavra com que se denominava à casta de sacerdotes persas e babilônios que se dedicavam ao estudo da astronomia e da astrologia) e que os levou a enfrentar uma viagem de uns mil quilômetros com o objetivo de prestar homenagem a um recém nascido.

Em 17 de dezembro de 1603, Johannes Kepler, astrônomo e matemático da corte do imperador Rodolfo II de Habsburgo, ao observar com um modesto telescópio do castelo de Praga a aproximação de Júpiter e Saturno na constelação de Piscis, perguntou-se pela primeira vez se o Evangelho não se referia precisamente a esse mesmo fenômeno. Foram feitos grandes cálculos até descobrir que uma conjunção deste tipo ocorreu no ano 7 a.C. lembrou também que o famoso rabino e escritor Isaac Abravanel (1437-1508) havia falado de um influxo extraordinário atribuído pelos astrólogos hebreus àquele fenômeno: o Messias tinha que aparecer durante uma conjunção de Júpiter e Saturno na constelação de Piscis. Kepler falou em seus livros de sua descoberta, mas a hipótese caiu no esquecimento perdida entre seu imenso legado astronômico.

Faltava uma demonstração científica clara. Chegou em 1925, quando o erudito alemão Pe Schnabel decifrou anotações neobabilônicas de escritura cuneiforme gravadas em uma tábua encontrada entre as ruínas de um antigo templo do sol, na escola de astrologia de Sippar, antiga cidade localizada na confluência do Tigre e do Eufrates, a uns cem quilômetros ao norte da Babilônia. A tabuinha encontra-se agora no Museu estadual de Berlim.

Entre os vários dados de observação astronômica sobre os dois planetas, Schnabel encontra na tábua um dado surpreendente: a conjunção entre Júpiter e Saturno na constelação de Piscis ocorreu no ano 7 a.C., em três ocasiões, durante poucos meses: de 29 de maio a 8 de junho; de 26 de setembro a 6 de outubro; de 5 a 15 de dezembro. Além disso, segundo os cálculos matemáticos, esta tripla conjunção pôde ser vista com grande claridade na região do Mediterrâneo.

Se esta descoberta se identifica com a estrela de Natal da qual fala o Evangelho de Mateus, o significado astrológico das três conjunções torna sumamente verossímil a decisão dos Magos de empreender uma longa viagem até Jerusalém para encontrar o Messias recém nascido. Segundo explica o prestigioso catedrático de fenomenologia da religião da Pontifícia Universidade Gregoriana, Giovanni Magnani, autor do livro «Jesus, construtor e mestre» («Gesú costruttore e maestro, Cittadella, Asís, 1997), «na antiga astrologia, Júpiter era considerado como a estrela do Príncipe do mundo e a constelação de Piscis como o sinal do final dos tempos. O planeta Saturno era considerado no Oriente a estrela da Palestina. Quando Júpiter se encontra com Saturno na constelação de Piscis, significa que o Senhor do final dos tempos aparecerá neste ano na Palestina. Com esta expectativa chegam os Magos a Jerusalém, segundo o Evangelho de Mateus 2,2». «Onde está o Rei dos judeus que nasceu? Pois vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo» perguntam os magos aos habitantes de Jerusalém e depois a Herodes.

A tripla conjunção dos dois planetas na constelação de Piscis explica também a aparição e a desaparição da estrela, dado confirmado pelo Evangelho. A terceira conjunção de Júpiter e Saturno, unidos como se fosse um grande astro, ocorreu de 5 a 15 de dezembro. No crepúsculo, a intensa luz podia ser vista ao olhar para o Sul, de modo que os Magos do Oriente, ao caminhar de Jerusalém a Belém, a tinham diante de si. A estrela parecia se mover, como explica o Evangelho, «diante deles» (Mt 2, 9).

Fonte: ACI Digital

1 de set. de 2010

O Batismo

Nossos pais nos deram a vida natural do corpo, mas Deus nos dá a alma e nos destina, além disso, a uma vida sobrenatural; nascemos privados dela pelo pecado original, herdado de Adão.

O batismo apaga o pecado original, nos dá a fé e a vida divina, e nos torna filhos de Deus. A Santíssima Trindade toma posse da alma e começa a nos santificar.

Segundo o plano de amor do Senhor, o batismo é necessário para a salvação.

O que é o batismo?

É o sacramento pelo qual nascemos para a vida e nos tornamos filhos de Deus.

Por que o batismo é o primeiro dos sacramentos?

É o primeiro dos sacramentos porque é a porta que dá acesso aos demais sacramentos, e sem ele não se pode receber nenhum outro.

Que efeitos produz o batismo?

Os efeitos que o batismo produz são: perdoa o pecado original, e qualquer outro pecado, com as penas devidas por eles. Nos dá as três divinas pessoas junto com a graça santificante. Infunde a graça santificante, as virtudes sobrenaturais e os dons do Espírito a graça santificante, as virtudes sobrenaturais e os dons do Espírito Santo. Imprime na alma o caráter sacramental que nos faz cristãos para sempre e somos incorporados à Igreja.

O Batismo é necessário para a salvação?

Segundo o plano do Senhor o batismo é necessário para a salvação, assim como a própria Igreja, à qual o batismo introduz.

Quem pode batizar?

Ordinariamente podem batizar o bispo, o sacerdote e o Diácono, mas em caso de necessidade qualquer pessoa que tenha intenção de fazer o que a Igreja faz.

Como se batiza?

O batizado se realiza derramando água sobre a cabeça e dizendo: "Eu te Batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo".

O que é o Catecumenato?

É a preparação que devem receber aqueles que serão batizados tendo alcanço o uso da razão.

Fonte: ACI Digital

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REFLITA

Ter uma vida positiva é ter consciência que o universo precisa de você; é lutar pelos SONHOS de maneira determinada; é crescer sem precisar diminuir ninguém; é ter a verdade como um principio vital; é usar o poder da ousadia construtiva; é saber agradecer e perdoar, fraterna e totalmente; é priorizar a família; é viver cada dia de uma vez, sendo alegre no presente e otimista no futuro; é respeitar o próprio corpo; é se preocupar com os mais carentes; é preservar a natureza; é não se abater nos momentos de dor; é jamais perder a esperança; é ter auto estima; é ser rico em humildade; é sempre fazer a sua parte...Pois quando você faz a sua parte tenha certeza de que Deus fará a parte dele.

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