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18 de fev. de 2011

O anjo anunciou a Maria!

Por que a Anunciação foi feita por um anjo? Por que dirigida a Maria e não a São José? Perguntas levantadas e respondidas por Santo Tomás de Aquino revelam a beleza da ordem e da hierarquia.

Propriamente Santo Tomás é um sol da Teologia católica. Ele tem uma inigualável capacidade de explicar, de forma simples e contundente, aquilo que parece extremamente complicado. A leitura da Summa Teologica, se bem que exija uma certa preparação, não deixa de ser, além de amena, muitíssimo instrutiva.

Justamente estava eu lendo uma série de perguntas que ele formula inicialmente, segundo seu método de tratar os temas, a respeito de Nossa Senhora. E a primeira delas chamou-me a atenção pelo modo curioso como é formulada na Parte III, questão XXX, art. 2. Resumirei assim o problema para os leitores de Catolicismo: Deus faz tudo levando em consideração a hierarquia, respeitando os direitos daquele que é mais. Ora, Maria Santíssima, por ser a Rainha dos anjos, logicamente era mais do que eles. Logo, para comunicar a Maria Santíssima que Ela seria a Mãe de Deus, não deveria ter sido enviado um anjo — portanto, um inferior, súdito da Rainha — mas deveria tê-lo feito o próprio Deus. Assim se respeitaria a hierarquia, segundo a qual são os superiores que instruem os inferiores.

Essa primeira pergunta já me deixou sem saber qual a maneira de encaminhar uma solução. Numa consideração inicial, a dúvida tem seu fundamento, conduzindo a uma conclusão muito evidente. Mas a segunda pergunta foi ainda mais incisiva, talvez mais complicada: É conveniente que se respeite a hierarquia na família, na qual Deus pôs o marido como cabeça, conforme ensina: se as esposas quiserem saber algo, perguntem-no aos maridos (cfr. I Cor., 14-35). Portanto, o anjo deveria ter feito a anunciação a São José, pois este, como esposo da Virgem, é quem deveria tê-lo comunicado a Ela. Além do mais, o próprio São José foi instruído por um anjo (cfr. Mt 1, 20-21).

Ao terminar a leitura das perguntas de Santo Tomás, pensei: agora é que as coisas ficaram complicadas! Se eu não tivesse a certeza de estar lendo o próprio Doutor Angélico, julgaria ter apanhado por engano o livro de algum malvado “teólogo” encarregado de matar a fé, servindo-se para isso das próprias evidências e da Sagrada Escritura.

O desígnio de Deus

Coroação da Virgem
Por brevidade, não falarei das outras duas perguntas que Santo Tomás formulou, pois bastam estas para mostrar a complexidade do problema.
E aqui vem a parte mais interessante. Santo Tomás usava um sistema para ensinar seus alunos, que consistia em apresentar lado-a-lado dúvidas que, na realidade, consistem em objeções à tese defendida. O primeiro tipo de argumento constitui, muito bem formulado, uma dedução; e o segundo tipo, fatos ou evidências, algo que não pode ser nem deformado nem interpretado de outra maneira. Quando consideramos de um lado um fato inegável, e de outro algo que deduzimos, mas que se opõe ao fato, nossa dedução é errada sob algum ângulo, quer gostemos ou não.

Nesse caso concreto, as duas deduções que ele apresenta — mostrando que a anunciação deveria ter sido feita por Deus, ou diretamente a São José — se opõem a um fato concreto: a Sagrada Escritura diz com todas as letras que um anjo fez a anunciação a Maria. Ponto final.

Logo, por mais bela que possa parecer a argumentação em contrário, ela contém algo errado.

Confesso que tive muita curiosidade para adivinhar como seria a refutação do grande teólogo aos seus próprios argumentos, pois ambos me pareciam sólidos como uma rocha. Mas na refutação, antes de mais nada, ele mostra como foi conveniente o plano de Deus, e como Ele atuou com sabedoria infinita ao enviar um anjo a Maria. Isto por três motivos:

1. Porque há um desígnio divino geral, segundo o qual as coisas do Céu devem chegar aos homens por meio dos anjos. Eles foram os primeiros a ser instruídos sobre a Encarnação, e encarregados de instruir tanto São Zacarias, de quem viria o precursor (São João Batista), quanto Nossa Senhora sobre o plano de Deus.

2. Porque, assim como o início da decadência humana se deu por meio de um anjo, quando Eva caiu — pois um anjo decaído, um demônio, falou-lhe e a tentou —, assim também convinha que fosse através de um puro espírito, falando com uma mulher, que se desse o início da restauração humana, anunciando a vinda do Salvador.

3. Porque Maria Santíssima era virgem, e a virgindade é uma virtude angélica — associada aos anjos por fazer da vida terrena uma vida de espírito, celestial.

As regras e as exceções

Uma vez esclarecida genericamente a beleza do plano divino, passa Santo Tomás a refutar os argumentos contidos nas duas questões acima, e que parecem à primeira vista tão sólidos. Vou apresentar essa refutação resumidamente.

Sim, Nossa Senhora era Rainha dos anjos, por motivo da dignidade a que tinha sido chamada, e enquanto tal superior a eles. Mas no estado de vida mortal, enquanto ainda vivendo nesta Terra antes de ir ao Céu e ver a Deus, Ela ainda tinha que ser instruída, pois não conhecia todos os planos de Deus. Por isso mesmo, não era contrariar a ordem hierárquica o fato de Ela ser instruída por um anjo.

Quanto ao segundo argumento, resume-se assim: Santo Agostinho nos ensina, num sermão sobre a Anunciação, que Nossa Senhora esteve isenta de algumas leis gerais que se aplicam a todas as mulheres (basta pensar que foi preservada do pecado original). Ela concebeu Jesus Cristo por obra do Espírito Santo, sem intervenção do seu marido, São José. E foi desejo do próprio Deus que Ela tivesse conhecimento da conceição antes de seu marido, a quem somente depois esse fato foi revelado, em sonhos, por um anjo.

Pareceu-me interessante tratar desse tema, tão bem apresentado por Santo Tomás, pela beleza de sua complexidade. Deus é autor das regras gerais, mas Ele mesmo deseja que haja exceções. Por um lado, isso ressalta a beleza da regra; e por outro, ressalta uma majestade enquanto Deus, para dispensar da regra. Ele quer o matrimônio para a propagação da espécie; mas ao mesmo tempo, para o nascimento terreno de seu próprio Filho, desejou que isso ocorresse mediante uma virgem, por ação direta do Espírito Santo. Ele quer que na família o pai venha primeiro, depois a mãe, e em seguida os filhos; mas determinou que na Sagrada Família –– a família por excelência! –– o Filho fosse superior, por ser Deus; após vinha a Mãe, imaculada, e finalmente o pai. Mas nessa disposição não há lugar para revoltas, não há nada que tenha qualquer laivo de luta de classes. É a exceção da regra, que confirma o poder de Deus, mas sempre mantendo a beleza do plano inicial.

Nessas questões e explanações de Santo Tomás, fica claro que, como regra ou como exceção, Nossa Senhora é sempre um verdadeiro modelo para nós, digno de nossa admiração e de nosso amor.

(Artigo concedido pela revista Catolicismo)

O Purgatório nas Sagradas Escrituras

por: Dr.Udson Rubens Correia e Da. Debora Formigoni Correia

A Palavra de Deus nos ensina que somente aqueles que estão puros, ou seja justificados, podem herdar a vida eterna e consequentemente terem acesso à visão beatífica de Deus ( Sl 14 ; Hb 12, 22-23 ; Mt 5,8 ). Infelizmente, também é verdade, pouquíssimos cristãos partem desta vida totalmente reconciliados com Deus e com os irmãos. O Senhor vem então, em socorro de nossas fraquezas, com sua misericórdia, permitindo que aqueles que estão destinados ao céu, ou seja que procuraram pautar suas vidas pela mensagem e vivência evangélica, mas que ainda carregam em si algumas imperfeições e pecados possam ser purificados, de algum modo, após a morte. O purgatório é portanto, uma exigência da razão e mesmo da caridade de Deus por nós. Hoje, infelizmente, muitos negam a realidade do purgatório, afirmando que o mesmo não se encontra na Bíblia. O termo "purgatório" não existe na Bíblia, mas a realidade, o conceito doutrinário deste lugar de purificação existe. Examinemos:

"Todo o que tiver falado contra o Filho do homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não alcançará perdão nem neste mundo, nem no mundo vindouro." ( Mt 12, 32).

O pecado contra o Espírito Santo, ou seja a pessoa que recusa de todas as maneiras os caminhos da salvação, não será perdoado nem neste mundo, nem no mundo futuro. Acena o Senhor Jesus neste trecho implicitamente, que há pecados que serão perdoados no mundo futuro, i. é após a morte. Ver também Mc 3, 29;

"Mas, se o tal administrador imaginar consigo: ‘Meu senhor tardará a vir’. E começar a espancar os servos e as servas, a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele servo virá no dia em que não o esperar (...) e o mandará ao destino dos infiéis. O servo que, apesar de conhecer a vontade de seu senhor, nada preparou e lhe desobedeceu será açoitado com numerosos golpes. Mas aquele que, ignorando a vontade de seu senhor, fizer coisas repreensíveis será açoitado com poucos golpes. Porque, a quem muito se deu, muito se exigirá. Quanto mais se confiar a alguém mais se há de exigir." ( Lc 12, 45-48).

Nesta parábola o administrador é o ministro da Igreja ( quatro versículos acima Pedro pergunta ao mestre: "Senhor é para nós que estás contando esta parábola?" Ao que Jesus responde: "Qual é então Pedro, o administrador fiel que o Senhor constituirá sobre todo o seu pessoal?"). Pois bem, o ministro de Deus que for infiel, receberá a visita do seu senhor "no dia em que não o esperar" (dia de sua morte). E o Senhor o "mandará ao destino dos infiéis" ( inferno ). Porém a parábola acena que haverá outros tipos de administradores, e outros tipos de destino. Aquele que conhece a vontade de Deus mas não se preparou como convinha para a sua volta, será açoitado "com numerosos golpes". Aquele que ignora a vontade de seu Senhor, e fizer coisas repreensíveis será açoitado com "poucos golpes". Portanto após a morte dos administradores da casa de Deus, uns serão condenados ao inferno, outros serão punidos, uns mais, outros menos, conforme o merecimento de cada um, mas não compartilharão o "destino dos infiéis". Após a morte, portanto, haverá de haver algum lugar ou "estado" onde os administradores pouco fiéis haverão de ser purificados.

"Ora , quando fores com o teu adversário ao magistrado, faze o possível para entrar em acordo com ele pelo caminho, a fim de que ele não te arraste ao juiz, e o juiz te entregue ao executor, e o executor te ponha na prisão. Digo-te: não sairás dali, até pagares o último centavo."( Lc, 12, 58-59).

Nesta parábola o Senhor Jesus ensina que, enquanto estivermos nesta vida devemos ter sempre uma atitude de reconciliação com os nossos irmãos de caminhada. Devemos sempre entrar "em acordo" com o próximo, pois caso contrário, ao fim da vida seremos entregues ao juíz ( Deus ), que por sua vez nos entregará ao executor ( seu anjo ) e este nos colocará na prisão ( purgatório), dali não sairemos até termos pago à justiça divina toda nossa dívida, "até o último centavo". Mas um dia haveremos de sair. A condenação neste caso não é eterna. Ver também Mt 5, 21-26 e 18, 23-35.

"Eu porém vos digo: todo aquele que se encolerizar contra o seu irmão terá de responder no tribunal. Aquele que chamar a seu irmão: ‘cretino’, estará sujeito ao julgamento do Sinédrio. Aquele que lhe chamar: ‘louco’, terá de responder na geena de fogo (...) Assume logo uma atitude reconciliadora com o teu adversário, enquanto estás a caminho, para não acontecer que o adversário te entregue ao juiz e o juiz ao oficial de justiça e, assim, sejas lançado na prisão. Em verdade te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo" ( Mt 5,22.25-26).

Jesus nos ensina que a ira contra nossos irmãos e as ofensas que a eles fizermos, merecem toda a reprovação por parte do Pai celeste. Ao chamarmos nosso irmão de "louco" teremos de responder na geena de fogo. O fogo sempre foi, em todos os tempos, e também na Bíblia um símbolo de purificação. Evidente que ninguém é condenado ao inferno para todo o sempre, somente porque chamou o seu próximo de "louco" ( senão todos estaríamos condenados ). A chave deste ensinamento, se encontra na conclusão deste discurso de Jesus: serás lançado na prisão ( nesta "geena de fogo" ), e dali não se sai "enquanto não pagar o último centavo".

"Quanto ao fundamento, ninguém, pode pôr outro diverso daquele que já foi posto: Jesus Cristo. Agora, se alguém edifica sobre este fundamento, com ouro, ou com prata, ou com pedras preciosas, com madeira, ou com feno, ou com palha, a obra de cada um aparecerá. O dia ( do julgamento ) demonstra-lo-á. Será descoberto pelo fogo; o fogo provará o que vale o trabalho de cada um. Se a construção resistir, o construtor receberá a recompensa. Se pegar fogo, arcará com os danos. Ele será salvo, porém passando de alguma maneira através do fogo"( I Cor 3, 10-15).

Paulo fala dos pregadores do Evangelho, que haveriam de edificar a Igreja sobre os alicerces lançados por ele durante suas viagens missionárias. Uns edificariam com muito zelo ( com ouro, prata e pedras preciosas), outros seriam porém, pouco zelosos ( edificando com madeira ), outros seriam negligentes ( edificando a Igreja com feno ou palha ). De qualquer forma o "dia do Julgamento" demonstraria o que "vale o trabalho de cada um". Se a construção resistir, isto é se o ministro edificou com amor : "o construtor receberá a recompensa". Se o ministro foi pouco zeloso pela Igreja : "arcará com os danos". Porém ele será salvo apesar de tudo. Como? Sendo purificado, ou seja, "passando de alguma maneira através do fogo", isto é, após o dia do julgamento particular, alguns ministros de Deus deverão ser purificados devido ao pouco zelo com as coisas da Igreja de Deus.

"Pois também Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados(...) padeceu a morte em sua carne, mas foi vivificado quanto ao espírito. É neste mesmo espírito que ele foi pregar aos espíritos que eram detidos na prisão, aqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes (...) Por isto foi o Evangelho pregado também aos mortos; para que, embora sejam condenados em sua humanidade de carne, vivam segundo Deus quanto ao espírito." ( I Pe 3, 18-19 ; 4, 6 )

Esta "prisão" ou "limbo dos antepassados", onde os espíritos dos antigos estavam presos, e onde Jesus Cristo foi pregar durante o Sábado Santo, é figura do purgatório. Com efeito, o texto menciona que Cristo foi pregar "aqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes". Temos portanto um lugar onde as almas dos antepassados aguardavam a salvação. Não é um lugar de tormento eterno, portanto não é o inferno. Não é um lugar de alegria eterna na presença de Deus, portanto ainda não é o céu. Mas é um lugar onde os espíritos aguardavam a salvação. Salvação e purificação comunicada pelo próprio Cristo. Por isto declara o apóstolo foi o "Evangelho pregado também aos mortos(...) para que vivam segundo Deus quanto ao espírito".

"De outra maneira, que intentam aqueles que se batizam em favor dos mortos ? Se os mortos realmente não ressuscitam, por que se batizam por eles? " ( I Cor 15,29 )

Paulo cita aqui, uma prática cuja índole na verdade desconhecemos. Segundo alguns estudiosos, os primeiros cristãos preocupados com a sorte eterna de seus pais ou avós que não haviam conhecido o Evangelho, e consequentemente não puderam ser batizados, praticavam algum rito ou oração para que seus parentes ganhassem de alguma forma a salvação, "batizando-se" em lugar deles. O apóstolo Paulo não condena este "batismo" pelos falecidos , antes, lança mão justamente dele como argumento precioso da fé dos cristãos na ressurreição geral dos mortos. De fato, esta prática demonstra a preocupação dos primeiros cristãos com relação à salvação de seus pais, antepassados e amigos, traduzida em algum rito ou oração pelos mortos, por nós hoje desconhecida. A oração pelos mortos aliás, era uma prática constante entre os primeiros cristãos, como atestam ainda hoje inscrições em numerosos túmulos e arcas funerárias cristãs daqueles primeiros tempos.

"Em seguida, fez uma coleta, enviando a Jerusalém cerca de dez mil dracmas, para que se oferecesse um sacrifício pelos pecados: belo e santo modo de agir, decorrente de sua crença na ressurreição, porque, se ele não julgasse que os mortos ressuscitariam, teria sido vão e supérfluo rezar por eles. Mas, se ele acreditava que uma bela recompensa aguarda os que morrem piedosamente, era esse um bom e religioso pensamento; eis porque ele pediu um sacrifício expiatório para que os mortos fossem livres de suas faltas" ( II Mac 12, 43-46)

O general Judas Macabeu ( 160 AC ), herói do povo judeu, faz uma grande coleta e a envia para Jerusalém, para que os sacerdotes ofereçam um sacrifício de expiação pelos pecados de alguns soldados mortos. Fica claro no texto que os judeus oravam pelos seus mortos e por eles ofereciam sacrifícios. Fica claro também que os sacerdotes hebreus já naquele tempo aceitavam e ofereciam sacrifícios em expiação dos pecados dos falecidos. E que esta prática estava apoiada sobre a crença na ressurreição dos mortos. Subentende este texto que as almas dos soldados mortos, estavam em algum local ou "estado" de purificação, pois se estivessem nos céus, as oração dos vivos eram desnecessárias, e se, por outro lado estivessem no inferno, toda oração seria inútil. E como o livro dos Macabeus pertence ao cânon dos livros inspirados, aqui também está uma base bíblica para a oração em favor dos falecidos.

O cristão, que não ora pelos seus mortos, comete pecado contra a caridade que devemos ter para com os nossos irmãos falecidos, conforme o ensino bíblico: "Dá de boa vontade a todos os vivos, e não recuses este benefício a um morto" ( Eclo 7,37 )

E-mail do autor, Dr. Udson Rubens Correia: mailto:ataliba@start.com.br

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REFLITA

Ter uma vida positiva é ter consciência que o universo precisa de você; é lutar pelos SONHOS de maneira determinada; é crescer sem precisar diminuir ninguém; é ter a verdade como um principio vital; é usar o poder da ousadia construtiva; é saber agradecer e perdoar, fraterna e totalmente; é priorizar a família; é viver cada dia de uma vez, sendo alegre no presente e otimista no futuro; é respeitar o próprio corpo; é se preocupar com os mais carentes; é preservar a natureza; é não se abater nos momentos de dor; é jamais perder a esperança; é ter auto estima; é ser rico em humildade; é sempre fazer a sua parte...Pois quando você faz a sua parte tenha certeza de que Deus fará a parte dele.

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