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29 de set. de 2011

Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil

 
Você acha que o Dia de Nossa Senhora Aparecida sempre foi comemorado no dia 12 de outubro? 

Acha?

Engano seu! 

Segundo informações do Monsenhor Manuel Moreira Vieira, Pároco da Igreja Nossa Senhora da Paz, no Rio de Janeiro, inicialmente a festa era celebrada no segundo domingo de maio, por causa do Dia das Mães (celebrado no Brasil nesta data), Depois, passou a ser celebrada no dia 11 de maior e, depois, no dia 7 de setembro, por ser o Dia da Independência do Brasil. Somente em 1953 a festa foi oficialmente colocada no dia 12 de outubro, pois segundo nos conta a história, a imagem da Virgem Maria foi encontrada no Rio Paraíba do Sul em meados de outubro. Por este motivo, resolveram colocar a data dos festejos no dia mais aproximado da realidade acontecida.

Para quem não sabe, em 1930 o Papa Pio XI declarou, Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil. No entanto, apenas em 1955 foi dado início à construção da nova Basílica dedicada a Nossa Senhora, na cidade de Aparecida do Norte. Em 1980, por ocasião da visita do nosso saudoso Papa João Paulo II ao Brasil e a Aparecida, ocorreu a consagração da nova Basílica, ficando decretado o dia 12 de outubro como feriado nacional.

Aqui no Brasil o mês de outubro é dedicado às missões, além de ser também à nossa querida Mãe do céu, sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Brasil. Por isso, neste artigo damos um destaque todo especial à Mãe de Jesus, com um pequeno resumo da história de seu aparecimento. Igualmente lhes oferecemos dois lindos vídeos: um com a música "Nossa Senhora do Brasil", interpretada pelo Padre Marcelo Rossi, Bruno e Marrone, e o outro com a música "Nossa Senhora", interpretada por Roberto Carlos.

HISTÓRIA DO APARECIMENTO DA IMAGEM

"O rio Paraíba, que nasce em São Paulo e deságua no litoral fluminense, era limpo e piscoso em 1717, quando os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves resgataram a imagem de Nossa Senhora Aparecida de suas águas. Encarregados de garantir o almoço do conde de Assumar, então governador da província de São Paulo, que visitava a Vila de Guaratinguetá, eles subiam o rio e lançavam as redes sem muito sucesso próximo ao porto de Itaguaçu, até que recolheram o corpo da imagem, sem a cabeça. Era uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, feita em barro, que estava empretecida por ter estado submersa por muito tempo.

Na segunda tentativa de lançamento da rede ao rio, já longe do local do primeiro lançamento, trouxeram a cabeça da imagem. Este fato, só por si, já é milagroso. A partir desse momento, os peixes pareciam brotar ao redor do barco.

Durante 15 anos, Pedroso ficou com a imagem em sua casa, onde recebia várias pessoas para rezas e novenas. Mais tarde, a família construiu um oratório para a imagem, até que em 1735, o vigário de Guaratinguetá erigiu uma capela no alto do Morro dos Coqueiros.Como o número de fiéis fosse cada vez maior, teve início em 1834 a construção da chamada Basílica Velha. O ano de 1928 marcou a passagem do povoado nascido ao redor do Morro dos Coqueiros a município e, um ano depois, o papa Pio XI proclamava a santa como Rainha do Brasil e sua padroeira oficial.

A necessidade de um local maior para os romeiros era inevitável e em 1955 teve início a construção da Basílica Nova, que em tamanho só perde para a de São Pedro, no Vaticano. O arquiteto Benedito Calixto idealizou um edifício em forma de cruz grega, com 173m de comprimento por 168m de largura; as naves com 40m e a cúpula com 70m de altura, capaz de abrigar 45 mil pessoas. Os 272 mil metros quadrados de estacionamento comportam 4 mil ônibus e 6 mil carros. Tudo isso para atender cerca de 7 milhões de romeiros por ano.


ALGUNS DOS PRIMEIROS MILAGRES:

CAEM AS CORRENTES

Em meados de 1850, um escravo chamado Zacarias, preso por grossas correntes, ao passar pelo Santuário, pede ao feitor permissão para rezar à Nossa Senhora Aparecida. Recebendo autorização, o escravo se ajoelha e reza contrito. As correntes, milagrosamente, soltam-se de seus pulsos deixando Zacarias livre.

O CAVALEIRO SEM FÉ

Um cavaleiro de Cuiabá, passando por Aparecida, ao se dirigir para Minas Gerais, viu a fé dos romeiros e começou a zombar, dizendo, que aquela fé era uma bobagem. Quis provar o que dizia, entrando a cavalo na igreja. Não conseguiu. A pata de seu cavalo se prendeu na pedra da escadaria da igreja (Basílica Velha), e o cavaleiro arrependido, entrou na igreja como devoto."

Canto da Paz - Kátia Lima

7 de set. de 2011

Como as Hóstias são produzidas? Você sabe?



Acima você poderá conhecer as Irmãs Clarissas de Campina Grande durante o processo de produção de Hóstias.
A Hóstia, que é um pão sem fermento ou ázimo, é produzida com água e farinha de trigo, sem adição de fermento ou sal. Depois de produzidas, elas são compradas pelas às igrejas para serem consagradas pelos sacerdotes durante as Santas Missas e distribuídas aos fiéis durantes a Comunhão ou levadas para os doentes, nos hospitais ou em suas residências.  Somente após a consagração é que as Hóstias se tornam o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, ou seja, se transformam no próprio Jesus Cristo.
A fabricação de Hóstias acontece de forma artesanal, mas também com o auxílio de máquinas, para facilitar o processo de produção. O fabrico é realizado, principalmente, por religiosos, em geral em mosteiros. Existem diferentes tamanhos de partículas: tamanhos maiores para os sacerdotes (aquelas que os padres levantam após a consagração) e tamanhos menores para os fiéis.

3 de set. de 2011

Irmã Dulce dormiu por 30 anos numa cadeira para cumprir promessa


 Memorial Irmã Dulce preserva, da forma como foi deixado, o quarto onde a religiosa dormiu em uma cadeira de balanço por 30 anos

As curiosidades sobre a vida e obra de Irmã Dulce, que será beatificada no próximo dia 22, em Salvador (BA), são inúmeras. A religiosa, que não media esforços para ver os mais necessitados felizes, chegou a dormir por 30 anos numa cadeira de madeira para cumprir uma promessa.

A penitência foi feita em agradecimento à recuperação de sua irmã Dulcinha, que, em 1955, teve uma gravidez de alto risco e poderia morrer. “Ela cumpriu essa promessa por 30 anos, com muita dificuldade porque tinha um enfisema pulmonar. Em 1985, os médicos convenceram-na de quebrar a penitência devido ao estado de saúde. Mas foi difícil, ela não queria”, partilhou o assessor de Memória e Cultura das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), Osvaldo Gouveia.

  Segundo o assessor, que há 16 anos estuda a vida da religiosa, o 'Anjo bom da Bahia' dormia no máximo quatro horas por dia e costumava dizer que gostaria de não precisar descansar, pois assim teria mais tempo para ajudar os pobres. “Irmã Dulce vivia a radicalidade em todos os momentos. Fazia jejum, sacrifícios e passou também por muita humilhação, pois tinha um objetivo bem definido: entendia a humilhação como um crescimento espiritual”, completou.

A futura beata brasileira começou cedo a fazer caridade, precisamente aos 13 anos, depois de visitar uma favela no interior da capital baiana. Nos seus quase 78 anos de vida, dedicou todo seu tempo aos mais necessitados, exercendo a missão de “amar e servir”, que se tornou o lema de suas obras. Extremamente bem humorada, Irmã Dulce chegou a tocar acordeon e a cantar nas ruas de Salvador para arrecadar dinheiro.

“Irmã Dulce é a brasileira que eu conheço que mais venceu barreiras e quebrou paradigmas. Ela criou o bandejão, em 1950, para dar comida aos pobres; criou a rede de aleitamento materno; fundou cinemas. Era uma grande empreendedora!”, acrescentou Gouveia, que acredita que a maior virtude da religiosa seja a perseverança.

Insistência em amar e servir

A pequena e franzina Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes herdou o espírito solidário da família. Seu avô e seu pai faziam parte de instituições filantrópicas. Entretanto, a vontade da religiosa ultrapassava a vontade de ajudar, ela também queria evangelizar.

“Irmã Dulce conheceu a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em 1929, quando uma missionária da obra fazia peregrinação pela Bahia. Tentou entrar escondido, sem que o pai soubesse, mas o irmão mais novo a denunciou. Seu pai queria que ela fosse professora”, explica Gouveia.

Entretanto, o cirurgião dentista Dr. Augusto Lopes Pontes não consegui segurar por muito tempo a filha. Para fazer a vontade do pai, a religiosa até chegou a fazer o curso, mas logo que o terminou, aos 20 anos, entrou para a congregação. O nome 'Irmã Dulce' foi escolhido em homenagem à mãe, que morreu quando ela tinha apenas oito anos.

A caminho da santidade

As gestões oficiais para a instalação do processo de beatificação e canonização de Irmã Dulce foram iniciadas em 1999, com a concessão do 'Nihil Obstat', documento que a Santa Sé disponibiliza decretando não existir impedimento para a introdução da causa.

Em 2000, foi realizada a abertura do Processo Canônico sobre a sua vida, virtudes e fama de santidade. A graça obtida pela intercessão de Irmã Dulce, em 2003, foi examinada primeiramente no Brasil e reconhecida pelos peritos médicos como um caso que não pôde ser explicado pelos meios da ciência. Os peritos e os cardeais da Congregação para as Causas dos Santos foram unânimes no reconhecimento deste milagre, constando que se tratava de um caso extraordinário de cura.

Em abril de 2009, foram reconhecidas suas virtudes heroicas e ela foi declarada Venerável pelo Vaticano. Em junho de 2010, seu corpo foi exumado e transferido junto às suas relíquias, últimos atos antes da beatificação.
Ariane Fonseca
Canção Nova

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REFLITA

Ter uma vida positiva é ter consciência que o universo precisa de você; é lutar pelos SONHOS de maneira determinada; é crescer sem precisar diminuir ninguém; é ter a verdade como um principio vital; é usar o poder da ousadia construtiva; é saber agradecer e perdoar, fraterna e totalmente; é priorizar a família; é viver cada dia de uma vez, sendo alegre no presente e otimista no futuro; é respeitar o próprio corpo; é se preocupar com os mais carentes; é preservar a natureza; é não se abater nos momentos de dor; é jamais perder a esperança; é ter auto estima; é ser rico em humildade; é sempre fazer a sua parte...Pois quando você faz a sua parte tenha certeza de que Deus fará a parte dele.

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