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1 de ago. de 2010

DIA DO PADRE

Padre Luciano - Pia Sociedade São Caetano - Volta Redonda - RJ.
Ser Padre...
Ser Padre é uma aventura gostosa
Ser Padre é...

Viver entre espinhos e rosas
Sem nunca reclamar
Sua missão é viver contente
Aos males é resistente
Pronto a nos ajudar
Padre é aquele que perdoa
Que partilha os Sacramentos
Que anuncia a Boa-Nova
Que da massa é o fermento
Que denuncia as injustiças
Homem cheio de talento

Ser Padre é estar a serviço dos outros
Sem se preocupar com o tempo

Ser Padre é partilhar O pão que é Jesus
Alimenta com a palavra
Mostrando esta luz
Que o amor está presente
Não morreu naquela cruz

Padre não caiu do céu
Também não nasceu de um ovo
Surge com muitas orações
Nasce do meio do povo
Vem de nossas famílias
Em Jesus um homem novo

Padre, pessoa de Deus
Porta voz de Jesus Cristo
Luta por todos os seus
Mesmo sem nunca ser visto
Homem de grande valor

Parabéns por tudo isto

Ser Padre: É ser alegre e otimista
É ser sal e luz
É ajudar o irmão
É sentir o peso da cruz
É ser filho de Deus
É ser irmão de Jesus!

No dia do Padre, o Blog Curiosidades Católicas quer dar os parabéns e o nosso Muito Obrigado aos nossos queridos Sacerdotes!

O que é ser um padre novo no início do século XXI?


São jovens. São padres. Foram ordenados há menos de sete anos. Em Cascais e em Algueirão, os padres Nuno Coelho e Filipe Sousa, de 31 e 26 anos, mostram como vivem o Evangelho dia-a-dia.

"Em Cascais, quando as pessoas me vêem e sabem que eu sou o pároco, a maior parte delas desata-se a rir porque não imaginam um padre assim tão novo". O padre Nuno Coelho, de 31 anos e sete de ordenação, é pároco de Cascais há apenas um ano. É um dos padres mais novos da diocese e tem a seu cargo esta vila junto à orla marítima.

Depois de cinco anos como prefeito do Seminário de Caparide e do Pré-Seminário e um como coadjutor em Algés, o padre Nuno Coelho iniciou no Verão passado uma nova missão: paroquiar a vila de Cascais. Diz que foi levado a seguir Cristo no sacerdócio por amor. "É uma questão de vida, de paixão, de desejo de felicidade no serviço aos outros", salienta. "Mas, depois, é um encontro particular com alguém, Cristo".

O padre Nuno Coelho faz parte do chamado "Grupo dos Padres Novos" da diocese, o mesmo é dizer, é um sacerdote que foi ordenado presbítero há menos de sete anos. O que significa então ser padre novo no início do século XXI? "Em primeiro lugar, significa ser um rosto diferente, um rosto mais próximo, mais pequeno até, porque às vezes a Igreja parece sempre um pouco mais velha, com muita autoridade, alguma distância", refere o padre Nuno Coelho. Mas implica também muita responsabilidade: "Na diocese de Lisboa temos uma tradição muito grande de padres, de padres fantásticos. E ser padre novo significa um compromisso ainda mais absoluto, porque somos cada vez menos, com um horizonte de trabalho mais alargado, mais próximo das pessoas", adianta, sublinhando que por serem padres novos têm ainda muito para dar.

Cascais é uma vila por onde passam muitos jovens. Sobretudo por causa dos bares e discotecas. Para este sacerdote, a Igreja tem de chegar aos jovens. E o caminho, explica, "é simples". "É estar onde eles estão, com muita paciência, sabendo que os jovens são uma transição, ou seja, não são jovens durante uns anos...". Um sacerdote não se deve também importar de ‘perder tempo' com os jovens. "É preciso acompanhá-los, ouvi-los, ‘dar-lhes nas orelhas' de vez em quando, fazer as coisas deles, ir para onde eles vão, ter a sua linguagem", garante.

Para anunciar Cristo neste novo século o padre Nuno vê na fidelidade a Jesus o único caminho a seguir. "Quanto mais nós formos de Cristo, mais formos parecidos com Ele, mais estivermos apaixonados, de forma mais natural se anuncia Cristo", garante o padre Nuno Coelho.

"Ser padre não é uma coisa anormal, nem antinatural"

O padre Filipe Sousa, de apenas 26 anos, foi ordenado sacerdote em 2007 tendo sido enviado para a maior paróquia da Europa: Algueirão-Mem Martins-Mercês. Uma mesma paróquia, com três núcleos diferenciados, aguardava o jovem sacerdote. "O grande handicap de trabalhar numa paróquia tão vasta é a dificuldade em conhecermos todas as pessoas e em nos relacionarmos com todas. Há um grupo de leigos com quem trabalhamos mais no dia-a-dia, mas depois os outros paroquianos é difícil mantermos uma maior proximidade". O padre Filipe, coadjutor desta grande paróquia, costuma dizer que muitos são os funerais em que não conhece sequer o defunto...

Ao recordar a sua vocação sacerdotal, o padre Filipe Sousa lembra a importância da caminhada cristã. "Quanto mais eu me envolvi na minha caminhada cristã, mais me apercebi que o Senhor me chamava para o sacerdócio", recorda, falando também da importância do convívio com os outros padres novos da diocese: "Ajudou-me muito ir conhecendo mais jovens padres e também a sua vida do sacerdote".

Sendo um padre novo, o padre Filipe diz que não cai na tentação de pensar que agora é que os padres têm problemas e dificuldades. "Por vezes, esquecemos que cada tempo trouxe dificuldades para os padres. Penso que ser sacerdote no século XXI tem problemas próprios deste tempo mas que não são tão diferentes de outras épocas".

Afirma-se "realizado" ao ser padre e garante que "ser padre não é uma coisa anormal, nem antinatural". A sua missão? "Anunciar Jesus Cristo, dá-l'O a conhecer às pessoas e viver como Jesus Cristo viveu". Se os padres forem capazes de ser fiéis a esta missão, o padre Filipe Sousa acredita que "os problemas que se levantarem serão respondidos. Sejam eles quais forem".

Cascais é uma paróquia onde há muitos jovens, mas Algueirão-Mem Martins-Mercês não lhe fica atrás. Sobretudo porque é um local relativamente perto de Lisboa, que os casais novos costumam procurar para comprar casa. A missão da Igreja passa por acompanhar a juventude. "Em relação aos jovens, creio que é essencial a Igreja estar ao lado deles e depois lançar-lhes o desafio da mensagem cristã, que é uma mensagem para ser levada a vida inteira e para ser levada com fidelidade". O padre Filipe acredita que a falta de fidelidade e de compromisso são mesmo o maior entrave à evangelização. "O ser cristão pede um compromisso e muitas vezes essa fidelidade não existe", lamenta, colocando o olhar no amor a Cristo: "A própria fidelidade cristã só se vive se se perceber o amor de Deus, que é um amor fiel, um amor que está sempre presente". Se os jovens descobrirem o amor de Deus, o padre Filipe Sousa não tem dúvidas de que irão "viver a fidelidade à vida cristã de outra maneira".

http://www.jornalw.org/

31 de mar. de 2009

A Castidade e o Celibato dos Padres


São Pedro era celibatário, a castidade é um estado de vida mais perfeito do que o matrimônio, etc.


1 Coríntios 7: (7)"Quisera que todos os homens fossem como eu [celibatário]; mas cada um recebe de Deus o seu dom particular, um, deste modo; outro, daquele modo.". (8)"Contudo, digo às pessoas solteiras e às viúvas que é bom ficarem como eu". (27)"Estás ligado a uma mulher? Não procures romper o vínculo. Não estás ligado a uma mulher? Não procures mulher. (38)"Portanto, procede bem aquele que casa a sua virgem; e aquele que não a casa, procede melhor ainda".
À Nosso Senhor, perguntam os discípulos "...não convém casar? ... Não são todos que compreendem esta palavra, mas somente aqueles a quem é dado"(Mt. 19,11)
"Todo aquele que tiver deixado casa, irmãos ou irmãs, pai ou mãe, mulher ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá o cêntuplo e a vida eterna" (Mt 19, 29). Em S. Lucas: "Na verdade vos digo, que não há quem deixe, pelo reino de Deus, casa, pais, irmãos ou mulher que não receberá... a vida eterna" (Lc 18, 29-30)
O Casamento não é obrigatório
O Concílio de Trento esclareceu um ponto muito importante. Afinal, o casamento é de preceito, é obrigatório?
A teologia ensina que o matrimônio foi uma obrigação de direito natural, para nossos primeiros pais, depois da queda; porém, este preceito não obrigava senão no caso de necessidade de propagação ou de conservação da raça humana, como o preceito de esmola não obriga senão no caso da necessidade de um indivíduo: tal é o ensino de Suárez (lib. IX, De cast. c. 1).
O catecismo do concílio de Trento diz que a raça, tendo-se multiplicado, hoje não somente não há obrigação de casar-se, mas antes a castidade é soberanamente recomendada, e aconselhada pela Sagrada Escritura (De matr. 14). Dirão, talvez, que o matrimônio é um meio de evitar as quedas. Não digo o contrário [comenta o Pe. Júlio Maria], mas faço notar que, além deste meio, há muitos outros meios de evitar as fraquezas. Suárez é do mesmo sentimento: Não acredito, diz ele, que um homem possa estar exposto a um tal perigo moral de cair em falta contra a castidade, que seja obrigado a casar-se, pois restam-lhe sempre os meios de fugir das ocasiões, de vencer as tentações pela oração, o jejum e outros remédios deste gênero. (lib. IX, c. 2).
S. Afonso diz que um pai não pode, de nenhum modo, obrigar um filho a casar-se, se este filho pretende escolher um estado mais elevado, como são a castidade no mundo ou a vida religiosa (Theol. Mor. 1. 6 - tr. 6).
S. Pedro era Celibatário - provas da Sagrada Escritura
Os protestantes se arvoram em intérpretes da Bíblia, insinuando, que conhecem-na muito melhor que os católicos. Então, vamos procurar demonstrar - com a mesma Bíblia que eles dizem seguir - que S. Pedro era Celibatário. Eles utilizam o seguinte trecho para tentar provar que S. Pedro não podia ser celibatário: "E a sogra de Simão estava enferma" (Lc 4, 38).
Primeiramente, cabe distinguir entre celibato e castidade. A castidade pressupõe o celibato, mas este não pressupõe aquele. Uma pessoa celibatária pode ter sido casada, por exemplo. Enquanto uma pessoa que guardou a castidade a vida inteira, de regra, nunca foi casada. A não ser que tivesse feito um voto de castidade dentro do casamento, como foi o caso de Nossa Senhora.
S. Pedro, segundo ensina a tradição e segundo vou procurar demonstrar com a Bíblia, foi casado, mas era viúvo ou tinha deixado sua mulher.
Afirmar que S. Pedro era casado por ter uma sogra é um argumento precipitado. Há muitas pessoas que tem sogra mas já não tem mulher. Da Sagrada Escritura, a única coisa de certo que se pode afirmar é que S. Pedro tinha uma sogra e que, portanto, podia ser casado, podia ser viúvo, ou podia ter deixado a esposa.
De qualquer forma, estando viva ou não sua mulher, S. Pedro a tinha deixado, segundo o conselho do Mestre: "Todo aquele que tiver deixado, por amor de mim, casa, irmãos, pais, ou mãe, ou mulher, ou filhos... receberá a vida eterna" (Mt 19, 29).
Eis um conselho do divino Mestre dirigido aos Apóstolos e, na pessoa deles, aos séculos vindouros. Nosso Senhor os convida a deixar tudo, por seu amor... até a própria mulher.
Os Apóstolos compreenderam o convite de Nosso Senhor. E compreenderam tão bem que ficaram admirados, e disseram: "logo quem poderá salvar-se?" (Lc 18, 26).
S. Pedro, sem hesitação, sem embaraço, como quem fala com completa certeza, dirige-se ao divino Mestre, e exclama: "Eis que nós deixamos tudo e te seguimos" (Lc 18, 28).
E o Senhor aprova e apóia esta exclamação de Pedro, respondendo: "Na verdade vos digo, que não há quem deixe, pelo reino de Deus, casa, pais, irmãos ou mulher que não receberá... a vida eterna" (Lc 18, 29-30)
S. Pedro exclama ter deixado tudo... O Mestre o confirma, e promete-lhe o céu em recompensa.
É, pois, claro e irrefutável que S. Pedro, embora tivesse sogra, não tinha, ou tinha deixado a mulher; era pois celibatário como os outros apóstolos. Se assim não fosse, S. Pedro não podia dizer ter deixado tudo, visto não ter deixado a mulher, embora fosse incluída a mulher na enumeração, feita pelo Mestre, daquilo que se pode deixar por seu amor.
Os Padres não se casam seguindo o conselho de Nosso Senhor
O celibato não é obrigação imposta por Deus, mas um conselho de Nosso Senhor transformado em preceito pela Igreja.
S. Paulo, como visto, deixa claro que quem casa faz bem e quem não casa faz melhor (1 Cor 7, 8-40).
O Padre, portanto, escolhe para si o estado de vida mais perfeito, de acordo com sua vocação religiosa e seguindo o exemplo de Nosso Senhor e seus Apóstolos.
Nosso Senhor era Virgem, era a pureza perfeita. O sacerdote católico, que é o seu ministro, procura, o melhor possível, imitar o seu modelo divino, que disse: "Eu vos darei o exemplo para que façais como eu fiz" (Jo 13, 15). E S. Paulo acrescenta: "Sede os imitadores de Deus como filhos queridos" (Ef 5, 1).
Um escolhido para ser o "pastor" do "Povo de Deus" deve procurar, em tudo, o que aconselhou Nosso Senhor (Mt 19, 10 - 20 e 29) e S. Paulo (1 Coríntios 7, 7-38).
Como que para deixar claro a posição do sacerdote ou da pessoa que tem uma vocação mais alta, Cristo afirma: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga" (Mt 16, 24), e ainda: "Se quiseres ser perfeito, vai, vende o que tens, e dá o valor aos pobres" (Mt. 19, 21).
Um pastor protestante tem obrigações com sua esposa e com seus filhos. Obrigações de sustento, de proteção, de amparo, de educação, etc. Portanto, o seu desprendimento das coisas desse mundo acaba ficando tolhido, pelo menos em parte.
A lei eclesiástica que preceitua o celibato, mesmo tendo sido estabelecida posteriormente, era seguida pelos sacerdotes católicos desde os Apóstolos. No começo da Igreja, a própria Bíblia deixa claro o celibato.
Tertuliano, falecido pelo ano 222, diz que "os clérigos são celibatários voluntários".
Eis a lei do celibato, que é uma grande e bela instituição derivada do exemplo e do conselho do próprio Messias.
Resposta a uma objeção comum dos protestantes
Para querer provar que um padre deve se casar, os protestantes, segundo seu costumeiro "Livre Exame", utilizam-se de um texto de S. Paulo. É claro que, segundo a interpretação de cada um, um mesmo texto acaba levando a conclusões diametralmente opostas...
Diz S. Paulo: "Se alguém deseja o episcopado, deseja uma boa obra. Importa que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, sóbrio, prudente, conciliador, modesto, hospitaleiro, capaz de ensinar" (1 Tim 3, 1-2).
Segundo a interpretação corrente que fazem os protestantes desse texto, o padre deve casar-se. Ora, se o próprio Cristo deixou a cada um a liberdade de casar-se ou de ficar celibatário, será que ele recusaria esse direito ao padre?
O que prova esse trecho? Prova apenas o que a Igreja sempre ensinou, ou seja, que o celibato não é uma obrigação divina, mas sim um conselho de Nosso Senhor e do próprio S. Paulo (1 Cor 7, 7 - 38). O Apóstolo não diz: "é preciso que o bispo seja casado!"; mas diz: "Sendo ele casado, deve sê-lo com uma mulher só", excluindo, deste modo, a tal "bigamia" pública ou oculta...
Ora, nunca a Igreja ensinou que o celibato era de ordem divina, mas sim de ordem eclesiástica.
O padre deve ser "pai espiritual" de todos; e para isso, não deve ser pai carnal de ninguém. Seu tempo não lhe pertence e não poderia pertencer à sua família carnal, pois ele deve viver para a Igreja e para a religião, e não para mulher e filhos. Ele deve renunciar ao conforto do lar e à família, para consagrar-se ao serviço de Deus. "Aquele que ama pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim. E aquele que ama filho ou filha mais do que a mim não é digno de mim. Aquele que não toma a sua cruz e me segue não é digno de mim. Aquele que acha a sua vida, vai perdê-la, mas quem perde a sua vida por causa de mim, vai achá-la". (Mt 10, 37-39)
O famoso texto de S. Paulo, longe de contradizer, confirma a doutrina católica mostrando o que sempre foi repetido: que o celibato não foi exigido por Cristo; porém foi aconselhado, pela palavra e pelo exemplo, deixando Jesus Cristo à sua Igreja o cuidado de regular estes pormenores, conforme os tempos e os lugares.
Ninguém é obrigado a ser padre, sendo, deve conformar-se com as decisões da Igreja de Cristo, pois "quem vos escuta, escuta a mim e quem vos despreza, despreza a mim", disse Nosso Senhor aos seus Apóstolos, à sua Igreja(Lc 10, 16).
Aliás, como tudo isso é diferente do protestantismo, que nasceu e foi impulsionado por pessoas que desejavam o adultério e a fornicação: Calvino, Henrique VIII, Lutero e Zwinglio!
Agora, querendo justificar sua posição, protestantes procuram lançar pedras contra o sacerdócio católico... Ignoram a Bíblia, os conselhos de Cristo e os preceitos da Igreja. Mais deveriam tentar limpar a imagem de seus 'fundadores' do que atacar a Igreja fundada por Cristo.

Fonte:lepanto.com
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Ter uma vida positiva é ter consciência que o universo precisa de você; é lutar pelos SONHOS de maneira determinada; é crescer sem precisar diminuir ninguém; é ter a verdade como um principio vital; é usar o poder da ousadia construtiva; é saber agradecer e perdoar, fraterna e totalmente; é priorizar a família; é viver cada dia de uma vez, sendo alegre no presente e otimista no futuro; é respeitar o próprio corpo; é se preocupar com os mais carentes; é preservar a natureza; é não se abater nos momentos de dor; é jamais perder a esperança; é ter auto estima; é ser rico em humildade; é sempre fazer a sua parte...Pois quando você faz a sua parte tenha certeza de que Deus fará a parte dele.

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